LUZ ESPíRITA

“CONHECERÁS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ”. ” NASCER, MORRER, RENASCER E PROGREDIR SEM CESSAR. TAL É A LEI”!

16/12/08

ÀRVORE DE NATAL

Na véspera de Natal, o viajante e sua mulher faziam um balanço do ano que estava terminado.

Durante o jantar no único restaurante de um povoado nos Pireneus, o viajante começou a reclamar de algo que não tinha ocorrido como desejava.

A mulher olhava firme a àrvore de Natal que enfeitava o  restaurante. O viajante achou que ela não estava interessada na conversa, e mudou de assunto.

 - Bela a iluminação desta àrvore - disse.

 - É verdade - respondeu a mulher. - Mas,  se você reparar bem, no meio destas dezenas de lâmpadas há uma que esta queimada. Mas parece que, em vez de ver o ano como dezenas de Bençãos que brilham, você esta fixando seu olhar na única lâmpada que não iluminou nada.

 

Do livro MAKTUB de      PAULO COELHO

                               COMO ESTAMOS VENDO NOSSA ÁRVORE DE NATAL?

Postado por Denize Molarinho

 

criado por luzespirita    07:09 — Arquivado em: CONTOS E POESIAS

11/12/08

FELICIDADE

   

                                  

“A felicidade depende das qualidades próprias do indivíduo e não do estado material do meio onde se encontra”, segundo Kardec. Por toda parte há vida e movimento, por isto a uma felicidade relativa para todos os progressos e para todos os deveres cumpridos. Cada um de nós leva consigo os elementos de sua felicidade na razão da categoria em que coloca o seu grau de adiantamento.
A felicidade está em toda a parte onde haja espíritos capazes de senti-la, mas o que precisamos saber é que ao contrário do que a maioria da humanidade pensa a felicidade não é algo pessoal, se só a encontrássemos em nós mesmos, se não pudéssemos fazer com que outros a partilhassem, ela seria egoísta e triste, ela está exatamente na comunhão de pensamentos que unem espíritos simpáticos.
A maior felicidade que nos é lícita sentir na terra é a felicidade que podemos proporcionar a alguém. Há uma medida de felicidade comum a todos os homens; a posse do necessário para a vida material, consciência tranqüila e a fé no futuro para a vida moral.
Vamos traçar algumas situações que nos provoquem uma análise madura sobre o conceito de felicidade.
Na obra de Kardec, O Céu e o Inferno no 3º capítulo encontramos um comentário bastante interessante, que cito; se encontrarem-se em um concerto dois homens, um bom músico de ouvido educado e outro desconhecedor da música de sentido auditivo pouco delicado, o primeiro experimentará sensação de felicidade enquanto o segundo permanecerá insensível, porque um compreende e percebe o que nenhuma impressão produz no outro, demonstrando que a felicidade é uma sensação, um estado de espírito.
Ha uma história de um velho que vivia com seu filho em um forte abandonado, certo dia seu cavalo que era tudo o que tinha fugiu, os vizinhos compadecidos vieram expressar-lhe a tristeza pela falta de sorte.
Ele perguntou aos vizinhos: Como sabeis que é má sorte?
Alguns dias após o cavalo fujão retornou, trazendo consigo vários cavalos, cada qual mais lindo que o outro, os vizinhos vieram felicitá-lo pela sorte de ter ganhado tantos cavalos.

Quando novamente ele perguntou: Como sabeis que isso é sorte? Tornando-se frio as efusivas felicitações.
O seu filho excitado diante de tantos cavalos resolveu com ansiedade cavalgar em todos. Fez tantas artes que caiu e quebrou uma perna, apareceram novamente os vizinhos apresentando-lhe os sentimentos por tão desagradável acontecimento.
O velho perguntou novamente: Como ainda sabem vocês que se trata de uma má sorte?
Eis que poucos dias depois se iniciou a guerra, como seu filho estava com a perna quebrada não foi convocado deixando de sofrer nas frentes de batalha e de morrer estupidamente. A atitude do velho destaca a necessidade das referências essenciais para podermos avaliar o conceito da relativa felicidade.
Lá no início de nossas vidas no natural imediatismo da imaturidade o jovem mergulha por inteiro atrás das conquistas que lhe proporcionam prazer, embrenhando-se nas teias das amarguras morais que levam um longo tempo para cicatrizar. Que relação podemos apresentar ao jovem sobre os elementos de causa e efeito dos atos impensados ou desregrados?
O processo científico e tecnológico através das maravilhas que propicia o homem, criou os mais complexo meio de divulgação que se associando a ausência de uma moral sólida geraram um vasto mecanismo de publicidade em torno das fraquezas juvenis, podemos observar a invasão de filmes indevidos(pornográficos), novelas imorais, propagandas levianas, revistas especializadas em coisas ruins que estão poluindo a estrutura mental de jovens inexperientes, neste contexto a juventude que busca a felicidade, sem padrões definidos pelo comportamento sadio projeta-se em uma perspectiva cada vez mais próxima da derrota total dos valores éticos da sociedade; por tanto precisamos ensinar ao nossos jovens a superar os instintos, eliminando-os com as conquistas da razão.
Segundo Joanna de Angelis: “Necessariamente não é feliz o homem em possuir ou deixar de possuir, mas pela forma como possui, ou como encara a falta da posse”. Em matéria de felicidade convém não esquecer que nos transformamos sempre naquilo que amamos, quem se aceita como é doando a vida o melhor que tem caminha mais facilmente para ser feliz como espera ser. A nossa felicidade será naturalmente proporcional em relação à felicidade que fizemos para os outros. A alegria do próximo começa muitas vezes no sorriso que você lhe queira proporcionar.
A felicidade pode exibir-se, passear, falar e comunicar-se na vida externa, mas reside com endereço exato na consciência tranqüila. Se desejarmos ser felizes verdadeiramente e ainda temos conosco determinados complexos de culpa, comecemos a buscar a própria libertação, abraçando o trabalho em favor dos semelhantes e o processo de reparação desse ou daquele dano que possamos ter causado em prejuízo de alguém. Vamos estudar a nós mesmos, observando que o autoconhecimento traz humildade e sem a mesma é impossível ser feliz. Amor é à força da vida e o trabalho vinculado ao amor é a usina geradora da felicidade, se pararmos de nos lamentar, notaremos que a felicidade está chamando nossos corações para a vida nova.
Felicidade é a conquista íntima de todos os que se encontram na terra, nascidos em berço de ouro ou de palha, homenageados ou desprezados, belos ou feios, pois são feitos do mesmo barro fraco de carne, e experimentam de uma ou de outra forma, vicissitudes, decepções, doenças e desconforto. Ninguém no mundo terreno vive em regime especial. Se deseja ser feliz vive cada momento de forma integral, reunindo as cotas de alegrias, esperança, sonho e de benção. A felicidade não são coisas: é um estado interno uma emoção, abençoa os acidentes de percurso que denominas como ruins, segue na direção das tuas metas e veras então, quantas concessões de felicidade pela frente estarão aguardando por ti.
Quem avança monte acima pisa pedregulhos que ferem os pés, mas também flores miúdas e verdejantes relvas, que teimam em nascer ali, expondo beleza ao chão. “Reúne estas flores em um ramalhete, toma das pedras pequeninas fazendo colares, e descobrirás que para a criatura ser feliz basta amar e saber discernir nas coisas e no sucesso da marcha à vontade de Deus e as necessidades para a evolução.”(Joanna de Angelis).

CONCLUINDO E ANALISANDO,   EM UM MUNDO ONDE SE GASTA OITOCENTOS BILHÕES DE DÓLARES,  POR ANO,  NA COMPRA DE ARMAMENTO ISTO NO CHAMADO TEMPO DE PAZ O QUE EQUIVALE A UM MILHÃO E QUATROCENTOS MIL DÓLARES POR MINUTO, NESSE MESMO MINUTO TRINTA CRIANÇAS MORREM DE FOME. MAIS TRINTA MILHÕES DE PESSOAS MORREM DE FOME POR ANO ENQUANTO UM MILIONÁRIO COMPRA EM UM LEILÃO TACOS DE GOLFE POR UM MILHÃO DE DÓLARES E NO BRASIL ONDE TRINTA MILHÕES DE PESSOAS SOFREM DE TRANTORNOS MENTAIS, COMO NEUROSES, EPILEPISIA, PSICOSES VARIAS, ESQUIZOFRENIA, ALÉM DE SEIS MILHÕES DE ALCOÓLATRAS FICA MAIS FACIL ENTENDER PORQUE A Felicidade é um sentimento que a gente sente,
quando sente que vai sentir,
sentimento que jamais sentimos.

Uma contribuição    de    DENIZ MOLARINHO

criado por luzespirita    19:35 — Arquivado em: ARTIGOS - PESQUISAS

26/11/08

O DEVER

Nosso dever é redescobrir o que é verdadeiro para nós e não escondermos nossos sentimentos de qualquer pessoa ou de nós mesmos, mas sim ter liberdade e segurança em nossas relações pessoais, para decidirmos seguir na direção que escolhemos.
Não “devemos” ser o que nossos pais ou a sociedade querem nos impor ou definir como melhor. Precisamos compeender que nossos objetivos e finalidades de vida tem valôr unicamente para nós; os dos outros, particularmente para eles.
Obrigação pode ser conseituada como sendo o que deveriamos fazer para agradar as pessoas, ou para nos enquadrar no que elas esperam de nós; já o dever é um processo de auscultar a nós mesmos, descortinando nossa estrada interior, para, logo após, materializá-la num processo lento e constante.
Ao decifrarmos nosso real dever, uma sensação de autorealização toma conta de nossa atmosfera espiritual, e passamos a apreciar os verdadeiros e fundamentais valôres da vida, associados a um prazer inexplicável.
Lembremo-nos da afirmação do espírito Lázaro em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”:
O dever é a obrigação moral, diante de si mesmo primeiro, e dos outros em seguida”.

Do livro RENOVANDO ATITUDES

FRANCISCO DO ESPIRITO SANTO NETO pelo espírito de HAMMED

criado por luzespirita    13:03 — Arquivado em: MENSAGENS DE AUTORES ESPÍRITAS

3/11/08

ONDE ESTÃO NOSSOS AMORES

Quando as sombras da morte arrebatam nossos amores, um punhal se crava em nosso coração.

A dor moral é tamanha, a sensação de perda é tão grande que o corpo inteiro se retesa e sente dores.

À medida que os dias se sucedem e as horas avançam, tristonhas, acumulando dias, a ausência da presença amada mais se faz dolorida.

Então, revolvemos nossas lembranças e no Banco de Dados da nossa memória, vamos recordar dos momentos felizes que juntos desfrutamos.

Recordamos das viagens, das pequenas coisas do dia a dia, dos aniversários, das tolices.

E até das rusgas, dos pequenos embates verbais que, por convivermos tão próximos, aconteceram, ao longo dos anos.

Se o ser amado é um filho, ficamos a rememorar os primeiros passos, as palavras iniciais, os balbucios. E a noite da saudade vai se povoando de cenas que tornamos a viver e a sentir.

Recordamos o dia da formatura, as festas com os amigos, as ansiedades antes das entrevistas do primeiro emprego. Tantas coisas a rememorar…

Acionamos as nossas recordações e, como um filme, as cenas vão ali se sucedendo, uma a uma, enquanto a vertente das lágrimas extravasa dos nossos olhos.

Se se trata do cônjuge, vêm-nos à lembrança os dias do namoro, os tantos beijos roubados aqui e ali, as mãos entrelaçadas, os mil gestos da intimidade…

Na tela mental, refazemos passos, atitudes, momentos de alegria e de tristeza, juntos vividos e vencidos.

Pais, irmãos, amigos, colegas. A cada partida, na estatística de nossa saudade, acrescentamos mais um item.

E tudo nos parece difícil, pesado. A vida se torna mais complexa sem aqueles que amamos e que se constituíam na alegria de nossos dias.

Vestimo-nos de tristeza e desaceleramos o passo da própria existência.

Como encontrar motivação para a continuidade das lutas, se o amor partiu?

Como prosseguir caminhando pelas vias da solidão e da saudade?

* * *

Nossos amores vivem e nos vêem, nos visitam. Não estão mortos, apenas retiraram a vestimenta a que nos habituáramos a vê-los.

Substituíram as vestes pesadas por outras diáfanas, vaporosas. Mas continuam conosco.

Por isso, não contribuamos para a sua tristeza, ficando tristes.

Eles, que nos amaram, continuam a nos amar com a mesma intensidade e nos desejam felizes.

Por isso nos visitam nas asas do sonho, enquanto o sono nos recupera as forças físicas.

Por isso nos abraçam nos dias festivos. Transmitem-nos a sua ternura, com seus beijos de amor.

Sim, eles nos visitam. Eles nos acompanham a trajetória e certamente sofrem com nossa inconformação, nosso desespero.

Eles estão libertos da carne porque já cumpriram a parte que lhes estava destinada na Terra: crianças, jovens, adultos ou idosos.

Cada qual tem seu tempo, determinado pelas sábias Leis Divinas.

* * *

Quando as dores da ausência se fizerem mais intensas, ora e pede a Deus por ti e por teus amores que partiram.

E Deus, que é o amor por excelência, te permitirá o reencontro pelos fios do pensamento, pelas filigranas da prece, na intimidade da tua mente e do teu coração.

Utiliza essa possibilidade e vive os anos que ainda te faltam, com nobreza, sobre a Terra.

                                                                            Redação do Momento Espírita.
                                                                            Em 31.10.2008.

criado por luzespirita    07:18 — Arquivado em: ARTIGOS - PESQUISAS

14/10/08

O TESOURO DA FRATERNIDADE

                                                                       

 

                                                              EMMANUEL

Uma palavra confortadora.
O gesto de compreensão e ternura.
A frase de incentivo.
O presente de um livro.
A lembrança de uma flor.
Cinco minutos de palestra edificante.
O sorriso do estímulo.
A gota de remédio.
A informação prestada alegremente.
O pão repartido.
A visita espontânea.
Uma carta de entendimento e amizade.
Um abraço irmão.
O singelo serviço em viagem.
Um ligeiro sinal de cooperação.

Não é com o ouro fácil que descobrirás os manançais ignorados e profundos da alma.
Não é com a autoridade do mundo que conquistarás a devoção real de um amigo.
Não é com a inteligência poderosa que colherás as flores ocultas da confiança.
Mas sempre que o teu coração se inclinar para um mendigo ou para um príncipe, envolvido na luz sublime da boa vontade, ajudando e servindo em nome do bem, olvidando a ti mesmo para que outros se elevem e se rejubilem, guarda a certeza de que tocaste o coração do próximo com as santas irradiações das tuas pérolas de bondade e caminharás no mundo, sob a invencível couraça da simpatia para encontrar o divino tesouro da fraternidade em plenos Céus.

Francisco Candido Xavier ( Marcas do caminho)

criado por luzespirita    15:20 — Arquivado em: MENSAGENS DE AUTORES ESPÍRITAS

13/10/08

NOITE A SÓS COM DEUS

                                                     
                                       

Obrigada Senhor por mais um dia vivido,
Obrigada pelas alegrias que me elevam e pelas tristezas e dores que me fortalecem.
Quero que a cada manhã
A alma desabroche do sono
Como a rosa do botão,
E surja, como a aurora no oceano
Ao sorriso dos teus lábios, ao gesto da tua mão.

Denize Molarinho

criado por luzespirita    18:51 — Arquivado em: CONTOS E POESIAS

18/9/08

UM ANJO SOBE AO CÉU…

 

 

Um anjo sobe ao Céu para falar com Deus.
Leva em sua maleta pequena, nossas esperanças de um mundo melhor.
Leva em sua maleta pequena, o máximo dos ensinamentos que aqui aprendeu.
Leva junto a si, em seu coração, em sua alma, o amor maior, o bem maior terreno, o bem do amor, da família, da união.
Estaremos aqui, esperançosos pelo seu retôrno, e sabemos que quando chegar o momento saberemos com louvor recebermos este anjo com amor.
Saberemos escutar e aprender, saberemos que o bem maior do Pai esta sempre em nosso meio.
Poderemos sim levarmos adiante nossos pensamentos e nossas virtudes maiores.
Poderemos sim aprender com os pequenos que aqui chegam, para uma caminhada de luz.
Poderemos ter a tranqüilidade em nossos corações, a paz o amor e a mão estendida ao nosso irmão.
Poderemos aprender com nossos pequenos anjos que aqui chegam prontos.
Poderemos nos espelhar na pureza de seus corações.
Poderemos e devemos ser felizes!…

Denize Molarinho

criado por luzespirita    14:47 — Arquivado em: CONTOS E POESIAS

1/9/08

A LUZ DO SENHOR

 


Estava sentado a beira do caminho esperando o dia amanhecer, passando por esta noite escura constituida de trevas.

Como por um milagre, abrindo os olhos, te encontrei em minha frente, parado, olhando para mim.

Que és? Perguntei, o que queres!…

Não quero olhar esta luz, ela cega meus olhos!… Mas ainda assim olha me disse o amigo, ainda que a luz cegue teus olhos, olha firme em direção a luz, ESTA É A LUZ DO SENHOR.


Denize Molarinho

criado por luzespirita    13:38 — Arquivado em: CONTOS E POESIAS

24/8/08

CORAÇÃO APERTADO

 
        
                                    

DEIXAR PAI, MÃE E FILHOS
Todo aquele que tiver deixado, por meu nome, sua casa, ou seus irmãos, ou suas irmãs, ou seu pai, ou sua mãe, ou sua mulher, ou seus filhos, ou suas terras, por isso receberá o cêntuplo, e terá por herança a vida eterna. ( São Mateus, cap. XIX, v 29).


No primeiro minuto veio a saudade apertada em nosso coração, no segundo  a certeza do dever cumprido e o confôrto do reencontro.
Sabemos que nossa caminhada é de aprendizado, de reencontro, de continuidade, sabemos que nossos caminhos são preparados previamente, sabemos quando é chegada a hora da partida.
Nossa pequena princesa, formada na Universidade Da Vida recebeu com louvor seu diploma de conclusão. Preparou seu caminho e partiu para novos aprendizados, para um curso superior, partiu para um trabalho maior, para uma caminhada de luz.
A grandiosidade do espírito que parte se percebe na harmonia dos que ficam, no confôrto, na compreensão.
O CORAÇÃO APERTADO pela despedida é confortado pelo amor que uniu esta linda menina a todos nós, mesmo amando intensamente sua família terrena sabia que seu chamamento era maior e superior. Sabemos PEQUENA ESTRÊLA, que encontrastes os parentes amigos, sabemos que fostes recebida com festa e muito amor, sabemos que o brilho do teu olhar não se apagará jamais, estará cada vez mais iluminado, estará iluminando a caminhada dos que ficaram a espera do reencontro.
Te   amamos   muito,   nosso  amor   ultrapassará o tempo,   as barreiras,   a dor,    a  tristeza   e secará nossas lágrimas,      derramaremos algumas de tempos em tempos,     
mas sabemos meu amor,   que estarás por  perto     para secá-las e confortar nosso      CORAÇÃO APERTADO. 

denize molarinho

criado por luzespirita    13:19 — Arquivado em: CONTOS E POESIAS

18/8/08

UMA SIMPLES PALAVRA

                                                                                         

                                                                                      Carmen Cinira

Uma simples palavra humilde e boa,   que esclareça e reanime,   traz consigo o milagre amplo e sublime,    do amor que regenera e aperfeiçoa.

Um sim ou um não, na graça de um sorriso,  uma frase de estímulo e ternura,   muitas vezes, restauram de improviso,   o coração chagado de amarguras.

Mas a palavra contundente e rude,   que exprime acusação, miséria e ofensa,   mata os gérmens da paz e da virtude   e traz consigo as trevas da descrença.

Frequentemente, o golpe inesperado  do mal escuro que nos dilacera procede do veneno disfarçado   na língua que vergasta ou desespera.

Bendita a frase calma e enobrecida!   Bendito o verbo doce, amigo e forte!… Uma simples paravra traz a vida,   uma simples palavra traz a morte.

Marcas do Caminho - Francisco Candido Xavier

criado por luzespirita    03:44 — Arquivado em: CONTOS E POESIAS
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