LUZ ESPíRITA

“CONHECERÁS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ”. ” NASCER, MORRER, RENASCER E PROGREDIR SEM CESSAR. TAL É A LEI”!

26/11/08

O DEVER

Nosso dever é redescobrir o que é verdadeiro para nós e não escondermos nossos sentimentos de qualquer pessoa ou de nós mesmos, mas sim ter liberdade e segurança em nossas relações pessoais, para decidirmos seguir na direção que escolhemos.
Não “devemos” ser o que nossos pais ou a sociedade querem nos impor ou definir como melhor. Precisamos compeender que nossos objetivos e finalidades de vida tem valôr unicamente para nós; os dos outros, particularmente para eles.
Obrigação pode ser conseituada como sendo o que deveriamos fazer para agradar as pessoas, ou para nos enquadrar no que elas esperam de nós; já o dever é um processo de auscultar a nós mesmos, descortinando nossa estrada interior, para, logo após, materializá-la num processo lento e constante.
Ao decifrarmos nosso real dever, uma sensação de autorealização toma conta de nossa atmosfera espiritual, e passamos a apreciar os verdadeiros e fundamentais valôres da vida, associados a um prazer inexplicável.
Lembremo-nos da afirmação do espírito Lázaro em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”:
O dever é a obrigação moral, diante de si mesmo primeiro, e dos outros em seguida”.

Do livro RENOVANDO ATITUDES

FRANCISCO DO ESPIRITO SANTO NETO pelo espírito de HAMMED

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14/10/08

O TESOURO DA FRATERNIDADE

                                                                       

 

                                                              EMMANUEL

Uma palavra confortadora.
O gesto de compreensão e ternura.
A frase de incentivo.
O presente de um livro.
A lembrança de uma flor.
Cinco minutos de palestra edificante.
O sorriso do estímulo.
A gota de remédio.
A informação prestada alegremente.
O pão repartido.
A visita espontânea.
Uma carta de entendimento e amizade.
Um abraço irmão.
O singelo serviço em viagem.
Um ligeiro sinal de cooperação.

Não é com o ouro fácil que descobrirás os manançais ignorados e profundos da alma.
Não é com a autoridade do mundo que conquistarás a devoção real de um amigo.
Não é com a inteligência poderosa que colherás as flores ocultas da confiança.
Mas sempre que o teu coração se inclinar para um mendigo ou para um príncipe, envolvido na luz sublime da boa vontade, ajudando e servindo em nome do bem, olvidando a ti mesmo para que outros se elevem e se rejubilem, guarda a certeza de que tocaste o coração do próximo com as santas irradiações das tuas pérolas de bondade e caminharás no mundo, sob a invencível couraça da simpatia para encontrar o divino tesouro da fraternidade em plenos Céus.

Francisco Candido Xavier ( Marcas do caminho)

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25/7/08

SIGAMOS COM JESUS

 

                                                                          

 

                                         JOÃO DE DEUS

Meus filhos, a nova era
É divina primavera
Nascente, clara, louçã…
Busquemos trabalho ativo,
Enquanto raia a manhã.

Partamos ao dia lindo,
Colhendo e distribuindo
As flores do amor cristão.
Convertamos nossa lida
Na benção indefinida
De paz e de redenção.

Onde a mente enferma e pobre
De ignorância se cobre
Na treva em que se conduz
Passemos servindo, em bando,
Felizes despetalando
Os lírios alvos da luz.

Onde a dor exibe chagas,
Angústias misérias e pragas,
Desânimo e solidão,
Espalhemos com bondade
As rosas da caridade
Que nunca fenecerão.

Onde o frio é rijo açoite
Aos que choram sob a noite,
Sem a ternura de alguém,
Trazendo incentivo e lume,
Libertemos o perfume
Das assucenas do bem.

Onde a revolta se exprime,
Na mágoa, no horror, no crime,
Nas hecatombes até
Plantemos com segurança
Verdes plantas de esperança
Para a vitória da fé.

Comecemos desde agora,
Ao doce calor da aurora,
Servindo sem descansar.
Quem no evangelho não dorme
Encontra colheita enorme
Nas bençãos do Eterno lar!…

E se alguém amaldiçoa
Nossa oferta humilde e boa
Digamos sem aflição:
Por amor fazemos isto!
Sigamos com Jesus Cristo,
Filhos do meu coração.

Psicografia de Francisco Cândido Xavier

criado por luzespirita    06:19 — Arquivado em: MENSAGENS DE AUTORES ESPÍRITAS

22/7/08

MOCIDADE

 

 

                                                                                                  André Luiz

Prática do bem não estipula idade determinada.

É mais valiosa a mocidade quanto menos vivida na indisciplina.

Quem se aplica a servir, desde os anos da juventude, muito antes da velhice é servido pela vitória na madureza.

Se a juventude é início da ação, a maturidade é reação do tempo, revelando os resultados de nossa escolha.

Só aproveita a juventude na Terra quem lhe desfruta as bênçãos procurando sazonar as próprias experiências.

As zonas purgatórias da Espiritualidade, se recebem diariamente inúmeros anciães, acolhem também vastas fileiras de novos habitantes que deixam o corpo humano em plena floração das energias corpóreas.

O período da juventude terrestre é o mais propício às modificações da dívida cármica.

Entretanto, lamentavelmente, há grande número de vidas humanas que se transviam da meta preestabelecida, no alvorecer da mocidade.

Jamais desprezes as horas do dia, mesmo na seara verde dos próprios sonhos.

Quem confunde espírito juvenil com irresponsabilidade, cava o abismo da própria falência.

Sem prestigiar a tristeza ou o pessimismo, associa alegria e serenidade, entusiasmo e prudência.

A base correta é a firmeza da construção.

Jovem amigo, a expressão física da idade não exonera dos compromissos diante da vida eterna; começa agora o serviço do Cristo e te sentirás, mais cedo, na posse da Verdadeira Sublimação.

Do livro "Sol na Alma", Psic. Chico Xavier

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16/7/08

Mensagem

“Não percas tempo com palavras estéreis.

Aceita os outros tais quais são e

coloca-os em tua lista de bênçãos.”

Emmanuel

criado por luzespirita    06:30 — Arquivado em: MENSAGENS DE AUTORES ESPÍRITAS

4/7/08

CONFIA E CAMINHA

                               

                            

Emmanuel

"A existência na Terra é comparável a uma viagem de aperfeiçoamento, na qual necessitas seguir adiante, ao lado de nossos companheiros da jornada evolutiva.

Muitos te desconhecem, no entanto, Deus sabe quem és.

Muitos te menosprezam, contudo, Deus não te abandona.

Muitos te hostilizam, mas Deus te apoia.

Muitos te reprovam, em circunstâncias difíceis, no entanto, Deus te abençoa.

Muitos se te afastam da presença, todavia, Deus permanece contigo.

À vista de semelhante realidade, sempre que tropeços e provações te apareçam, não te acomodes, à beira da estrada, em algum recanto da inércia.

Confia em Deus e caminha."


(do livro Luz e Vida)

criado por luzespirita    05:42 — Arquivado em: MENSAGENS DE AUTORES ESPÍRITAS

19/3/08

CRISTO E CARIDADE

                                             

Ninguém consegue viver com  saúde espiritual, insulando-se na próprias aspirações ou preferências, esquecendo os ideais e as necessidades dos companheiros.

Em vista disso, a encarnação constitui o processo de descentralização do espírito, que sai de si mesmo para doar-se aos semelhantes.

A desencarnação apresenta um processo inverso, no qual a alma se concentra para sopesar o trabalho realizado em favor de todos, durante a existência no plano terreno.

A encarnação é, portanto, análise importante para a alma que se vê impedida à distribuição dos próprios valôres, colaborando no bem geral.

A desencarnação, ao contrário, conduz o espírito a síntese compulsória e necessária para a aferição imprescindível de seus esforços, à busca de aperfeiçoamento.

Quem foge aos testemunhos de serviço e solidariedade, na experiência humana, cria,  para si mesmo, as pesadas consequências da intoxicação íntima, nos planos inferiores da Espiritualidade.

Aquele que olvida as próprias alegrias, para sustentar a paz e a alegria dos outros, liberta-se de si mesmo, usufruindo o júbilo da consciência sublimada.

A romagem da carne, na signifição legítima, constitui assim, uma fuga do próprio "eu", objetivando a alegria e a paz do próximo, granjeando indiretamnte, e em primeiro lugar, o equilíbrio e a serenidade para si próprio.

Estuda os percalços da atual encarnação e fase que o amor se te desdobre em auxílio aos outros, a fim de que o visco do egoísmo não te aprisione nos enredos do chão.

Nascer na carne é sair de nós mesmos para colocar-nos a serviço de todos.

Deixar a matéria densa é voltar ao mundo do próprio "eu".

O Espírito imerge no plano físico, carreando os valôres que lhe são próprios, e torna a Espiritualidade transportando esses mesmos valôres, estagnados ou engrandecidos, conforme as próprias realizações no campo da lide humana.

O cristo é sol do nosso mundo, e a caridade, que lhe reflete a luz divina, substancializa o Evangelho!

Do livro : de coração para coração de Waldo Vieira

                                                                Pelo Espírito de Maria Celeste

criado por luzespirita    11:27 — Arquivado em: MENSAGENS DE AUTORES ESPÍRITAS

13/3/08

PERFUME DE DEUS

 

                                                   
                                                                                                            

                                                                                                      Emmanuel

Derramou-se o perfume

Das Alturas Celestes.

Os homens o puseram

Em vasos numerosos;

Uns esguios e altos,

Outros amplos e ovóides;

Alguns feitos de ouro,

Outros de barro ou prata.

Tantas formas diversas,

Mas o aroma era o mesmo.

Esta – é a história do amor,

O perfume de Deus.

Espírito: EMMANUEL - Médium: Francisco Cândido Xavier - Livro: "Luz Bendita

criado por luzespirita    18:19 — Arquivado em: MENSAGENS DE AUTORES ESPÍRITAS

12/3/08

HUMILDADE DO CORAÇÃO

                                                                                              
Bem-aventurados os pobres de espírito”:- proclamou o Senhor.

Nesse passo, porém, não vemos Jesus contra os tesouros culturais da Humanidade, mas, sim, exaltando a humildade de coração.

O mestre recordava-nos, no capítulo das bem-aventuranças, que é preciso trazer a mente descerrada à luz da vida para que a sabedoria e o amor encontrem seguro aconchego em nossa alma.

Hoje, como antigamente, somos defrontados, em toda parte, pelas escrituras encarceradas nos museus acadêmicos, cristalizadas nos preconceitos ruinosos, mumificadas em pontos de vista que lhes sombreiam a visão e algemadas a inutilidade do raciocínio ou do sentimento, engrossando as extensas fileiras da opressão.

Imprescindível clarear o pensamento, diante da natureza, e aceitar a extrema insignificância em que ainda agitamos, perante o Universo.

Jesus induzia-nos a esquecer a paralisia mental, em que, muitas vezes, nos comprazemos, inclinando-nos à adoção da simplicidade por norma de ascensão espiritual.

Esvaziemos o coração de todos os defeitos e de todos os fantasmas que experiências inferiores nos impuseram na peregrinação que nos trouxe ao presente.

Cada dia é nova revelação do Senhor para existência.

Cada companheiro da estrada é campo vivo a que podemos arrojar as sementes abençoadas da renovação.

Cada dor é uma benção para os que prosseguem acordados no conhecimento edificante.

Cada hora na marcha pode converter-se em plantação de beleza e alegria, se caminhamos obedecendo aos imperativos do trabalho constante no Infinito Bem.

Toda ciência do mundo, confrontada à sabedoria que nos espera, é menos que o ribeiro singelo ante o corpo ciclópico do oceano.

Toda riqueza dos homens perante a herança de luz que o Pai Celestial nos reserva, é minúsculo grão de pó na química planetária.

Sejamos simples e espontâneos, na senda em que a atualidade nos situa, aprendendo com a vida e doando à vida o melhor que pudermos, para que, em nos candidatando à láurea dos bem-aventurados, possamos ser realmente discípulos felizes daquele Amigo Eterno que nos recomendou: -“Aprendei de mim que sou humilde de coração.”

Livro Refúgio - Emmanuel - Francisco Cândido Xavier

O Céu para nós começa na Terra. Iniciemo-nos na escalada Divina.
Espírito Emmanuel - Psicografia Chico Xavier - Livro "Moradias de Luz"

criado por luzespirita    18:45 — Arquivado em: MENSAGENS DE AUTORES ESPÍRITAS

POEMA DA DISCIPLINA

                           

                                        

Ao homem triste que se rebelara

Contra as imposições da disciplina

Deus permitiu que ele pudesse

Escutar, de surpresa,

As notas e lições da natureza,

No âmbito de sala pequenina.

Contrariando as queixas que lhe ouvira,

Disse-lhe a grande mesa:

Eu fui, aos ares livres da floresta,

Um palácio vibrante em júbilos de festa,

Entre ninhos e pássaros cantores!

Que música de paz!. . . Que beleza de flores!. . .

Veio, porém, um dia,

Um homem de machado. . .

Decepou-me sem dó!. . .

E depois de entregar-me à serraria,

Onde amarguei desprezo, lama e pó,

Vendeu-me para outro companheiro. . .

Era um singelo carpinteiro

Que me malhou durante muitas horas,

Para que eu seja a mesa em que te escoras!. . .

O mármore do piso

Exclamou de improviso:

Adorava meu berço em formosa montanha!. . .

A minha independência era tamanha

Que não sei descrever!. . .

Descendente de lindas pedras raras,

Formamo-nos em séculos de luta. . .

Um homem, certa vez, descobriu-nos a gruta,

Separou-me dos meus,

À força me arrastou sobre os seus próprios passos,

Conduziu-me à oficina,

Fez-me em vários pedaços. . .

Depois disso, vim eu, de revés em revés,

Até fazer-me de escravo e servir aos teus pés. . .

A lâmpada informou sem pretensão:

A fim de combater a escuridão

E doar-me em vida e luz,

Sem o menor desvio,

É necessário que me ajuste ao fio

Que me guarda e conduz!. . .

Um belo jarro à frente,

Esclareceu humildemente:

Fui um bloco de argila,

Sossegado e feliz numa gleba tranqüila!. . .

Quando fazia sol

Adorava mirar as borboletas

E sentir os perfumes

De próximo jardim. . .

E, à noite, admirava os vagalumes

Que acendiam lanterna para mim. . .

No entanto, certa feita,

Valente caçador de barro fino

Arrancou-me do lar e mudou-me o destino. . .

A calor desumano, em fúria desumana,

Que enlouquece e que arrasa,

Mumificou-me em fria porcelana

Para enfeitar-te a casa!. . .

Nisso, falou antiga porta:

Nunca pude viver como quisera,

Devo permanecer em todo o instante, à espera

De ordenações e impulsos que me dás. . .

A fim de resguardar-te os bens e garantir-te a paz,

Protegendo-te a vida,

Cabe-me obedecer e sempre obedecer

Para cumprir contigo o meu próprio dever!. . .

Houve silêncio e o homem transformado

Fitou, lá fora, o chão recentemente arado,

Depois ergueu o olhar para os astros distantes

E exclamou para os céus,

Em êxtase profundo:

Sê bendito, Senhor,

Pela escola do mundo!. . .

Tudo o que serve, apoia, aprimora e ilumina,

Tudo o que a evolução entesoura e contém,

Vejo agora na luz da disciplina!. . .

Ajuda-me a servir no infinito bem!. . .

Valoriza, Senhor, os dias meus

E por tudo que a vida me oferece

Seja no Dom da fé por benção que me aquece,

Ou na fonte do amor que me renova e ensina,

Obrigado, meu Deus!. . .


Livro Encontro de Paz - Psicografia Chico Xavier

criado por luzespirita    01:34 — Arquivado em: MENSAGENS DE AUTORES ESPÍRITAS
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