LUZ ESPíRITA

“CONHECERÁS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ”. ” NASCER, MORRER, RENASCER E PROGREDIR SEM CESSAR. TAL É A LEI”!

25/12/08

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criado por luzespirita    01:45 — Arquivado em: Sem categoria

16/12/08

ÀRVORE DE NATAL

Na véspera de Natal, o viajante e sua mulher faziam um balanço do ano que estava terminado.

Durante o jantar no único restaurante de um povoado nos Pireneus, o viajante começou a reclamar de algo que não tinha ocorrido como desejava.

A mulher olhava firme a àrvore de Natal que enfeitava o  restaurante. O viajante achou que ela não estava interessada na conversa, e mudou de assunto.

 - Bela a iluminação desta àrvore - disse.

 - É verdade - respondeu a mulher. - Mas,  se você reparar bem, no meio destas dezenas de lâmpadas há uma que esta queimada. Mas parece que, em vez de ver o ano como dezenas de Bençãos que brilham, você esta fixando seu olhar na única lâmpada que não iluminou nada.

 

Do livro MAKTUB de      PAULO COELHO

                               COMO ESTAMOS VENDO NOSSA ÁRVORE DE NATAL?

Postado por Denize Molarinho

 

criado por luzespirita    07:09 — Arquivado em: CONTOS E POESIAS

11/12/08

FELICIDADE

   

                                  

“A felicidade depende das qualidades próprias do indivíduo e não do estado material do meio onde se encontra”, segundo Kardec. Por toda parte há vida e movimento, por isto a uma felicidade relativa para todos os progressos e para todos os deveres cumpridos. Cada um de nós leva consigo os elementos de sua felicidade na razão da categoria em que coloca o seu grau de adiantamento.
A felicidade está em toda a parte onde haja espíritos capazes de senti-la, mas o que precisamos saber é que ao contrário do que a maioria da humanidade pensa a felicidade não é algo pessoal, se só a encontrássemos em nós mesmos, se não pudéssemos fazer com que outros a partilhassem, ela seria egoísta e triste, ela está exatamente na comunhão de pensamentos que unem espíritos simpáticos.
A maior felicidade que nos é lícita sentir na terra é a felicidade que podemos proporcionar a alguém. Há uma medida de felicidade comum a todos os homens; a posse do necessário para a vida material, consciência tranqüila e a fé no futuro para a vida moral.
Vamos traçar algumas situações que nos provoquem uma análise madura sobre o conceito de felicidade.
Na obra de Kardec, O Céu e o Inferno no 3º capítulo encontramos um comentário bastante interessante, que cito; se encontrarem-se em um concerto dois homens, um bom músico de ouvido educado e outro desconhecedor da música de sentido auditivo pouco delicado, o primeiro experimentará sensação de felicidade enquanto o segundo permanecerá insensível, porque um compreende e percebe o que nenhuma impressão produz no outro, demonstrando que a felicidade é uma sensação, um estado de espírito.
Ha uma história de um velho que vivia com seu filho em um forte abandonado, certo dia seu cavalo que era tudo o que tinha fugiu, os vizinhos compadecidos vieram expressar-lhe a tristeza pela falta de sorte.
Ele perguntou aos vizinhos: Como sabeis que é má sorte?
Alguns dias após o cavalo fujão retornou, trazendo consigo vários cavalos, cada qual mais lindo que o outro, os vizinhos vieram felicitá-lo pela sorte de ter ganhado tantos cavalos.

Quando novamente ele perguntou: Como sabeis que isso é sorte? Tornando-se frio as efusivas felicitações.
O seu filho excitado diante de tantos cavalos resolveu com ansiedade cavalgar em todos. Fez tantas artes que caiu e quebrou uma perna, apareceram novamente os vizinhos apresentando-lhe os sentimentos por tão desagradável acontecimento.
O velho perguntou novamente: Como ainda sabem vocês que se trata de uma má sorte?
Eis que poucos dias depois se iniciou a guerra, como seu filho estava com a perna quebrada não foi convocado deixando de sofrer nas frentes de batalha e de morrer estupidamente. A atitude do velho destaca a necessidade das referências essenciais para podermos avaliar o conceito da relativa felicidade.
Lá no início de nossas vidas no natural imediatismo da imaturidade o jovem mergulha por inteiro atrás das conquistas que lhe proporcionam prazer, embrenhando-se nas teias das amarguras morais que levam um longo tempo para cicatrizar. Que relação podemos apresentar ao jovem sobre os elementos de causa e efeito dos atos impensados ou desregrados?
O processo científico e tecnológico através das maravilhas que propicia o homem, criou os mais complexo meio de divulgação que se associando a ausência de uma moral sólida geraram um vasto mecanismo de publicidade em torno das fraquezas juvenis, podemos observar a invasão de filmes indevidos(pornográficos), novelas imorais, propagandas levianas, revistas especializadas em coisas ruins que estão poluindo a estrutura mental de jovens inexperientes, neste contexto a juventude que busca a felicidade, sem padrões definidos pelo comportamento sadio projeta-se em uma perspectiva cada vez mais próxima da derrota total dos valores éticos da sociedade; por tanto precisamos ensinar ao nossos jovens a superar os instintos, eliminando-os com as conquistas da razão.
Segundo Joanna de Angelis: “Necessariamente não é feliz o homem em possuir ou deixar de possuir, mas pela forma como possui, ou como encara a falta da posse”. Em matéria de felicidade convém não esquecer que nos transformamos sempre naquilo que amamos, quem se aceita como é doando a vida o melhor que tem caminha mais facilmente para ser feliz como espera ser. A nossa felicidade será naturalmente proporcional em relação à felicidade que fizemos para os outros. A alegria do próximo começa muitas vezes no sorriso que você lhe queira proporcionar.
A felicidade pode exibir-se, passear, falar e comunicar-se na vida externa, mas reside com endereço exato na consciência tranqüila. Se desejarmos ser felizes verdadeiramente e ainda temos conosco determinados complexos de culpa, comecemos a buscar a própria libertação, abraçando o trabalho em favor dos semelhantes e o processo de reparação desse ou daquele dano que possamos ter causado em prejuízo de alguém. Vamos estudar a nós mesmos, observando que o autoconhecimento traz humildade e sem a mesma é impossível ser feliz. Amor é à força da vida e o trabalho vinculado ao amor é a usina geradora da felicidade, se pararmos de nos lamentar, notaremos que a felicidade está chamando nossos corações para a vida nova.
Felicidade é a conquista íntima de todos os que se encontram na terra, nascidos em berço de ouro ou de palha, homenageados ou desprezados, belos ou feios, pois são feitos do mesmo barro fraco de carne, e experimentam de uma ou de outra forma, vicissitudes, decepções, doenças e desconforto. Ninguém no mundo terreno vive em regime especial. Se deseja ser feliz vive cada momento de forma integral, reunindo as cotas de alegrias, esperança, sonho e de benção. A felicidade não são coisas: é um estado interno uma emoção, abençoa os acidentes de percurso que denominas como ruins, segue na direção das tuas metas e veras então, quantas concessões de felicidade pela frente estarão aguardando por ti.
Quem avança monte acima pisa pedregulhos que ferem os pés, mas também flores miúdas e verdejantes relvas, que teimam em nascer ali, expondo beleza ao chão. “Reúne estas flores em um ramalhete, toma das pedras pequeninas fazendo colares, e descobrirás que para a criatura ser feliz basta amar e saber discernir nas coisas e no sucesso da marcha à vontade de Deus e as necessidades para a evolução.”(Joanna de Angelis).

CONCLUINDO E ANALISANDO,   EM UM MUNDO ONDE SE GASTA OITOCENTOS BILHÕES DE DÓLARES,  POR ANO,  NA COMPRA DE ARMAMENTO ISTO NO CHAMADO TEMPO DE PAZ O QUE EQUIVALE A UM MILHÃO E QUATROCENTOS MIL DÓLARES POR MINUTO, NESSE MESMO MINUTO TRINTA CRIANÇAS MORREM DE FOME. MAIS TRINTA MILHÕES DE PESSOAS MORREM DE FOME POR ANO ENQUANTO UM MILIONÁRIO COMPRA EM UM LEILÃO TACOS DE GOLFE POR UM MILHÃO DE DÓLARES E NO BRASIL ONDE TRINTA MILHÕES DE PESSOAS SOFREM DE TRANTORNOS MENTAIS, COMO NEUROSES, EPILEPISIA, PSICOSES VARIAS, ESQUIZOFRENIA, ALÉM DE SEIS MILHÕES DE ALCOÓLATRAS FICA MAIS FACIL ENTENDER PORQUE A Felicidade é um sentimento que a gente sente,
quando sente que vai sentir,
sentimento que jamais sentimos.

Uma contribuição    de    DENIZ MOLARINHO

criado por luzespirita    19:35 — Arquivado em: ARTIGOS - PESQUISAS
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