LUZ ESPíRITA

“CONHECERÁS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ”. ” NASCER, MORRER, RENASCER E PROGREDIR SEM CESSAR. TAL É A LEI”!

22/2/07

HOMEM FILHO DOS CÉUS! FILHO DA LUZ!

 

 

                                                               (Perante a atualidade do mundo)

Ao bater as asas – suas velas de penas -, os pássaros, no Orbe Terrestre, encantam os olhos e enriquecem as paisagens.
Topazios volantes, sob a luz do sol, douram com a plumagem sedosa o firmamento infindável;
Dançarinos do espaço, bailam, graciosos, em revoadas por entre aguaceiros e arco-iris;
Cantores alados, melodiam a atmosfera azulínia; projéteis vivos, fendem
vertiginosos, as cordilheiras aéreas voejando em busca de novos climas.

O corpo é o ninho, a alma é o pássaro.
Ninguém se eleva nas asas falsas do comodismo,
Nem nas asas de Ícaro, coladas com a cera da vaidade; imitando a ave,
Cada consiência precisará jungir em si mesma a bondade e o saber –
Asas fulgurantes da libertação do espírito -, que apenas se implantam em ombros calejados pelo trabalho no eterno bem.

Antigos viajadores de passo errante,
De pés aderidos à crosta do mundo e de ideais chumbados à vista física,
Os homens da Terra – aves sem asas há milênios – conquistaram os domínios do ar;  Contudo, as suas asas metálicas e reluzentes transmudaram-se em foices da morte, talando existências promissoras, em prélios fratricidas.

Agora, o pássaro humano – êmulo das nuvens – deriva para destinhos outros;
Seu olhar transpõe  horizontes e precipícios cósmicos,
Foge a escravidão da gravidade, alça vôos intrépidos e transforma-se em Rei do Espaço, ambicionado transmigrar para mais além, em demanda de outros ninhos da vida,
Librando-se sobre os jardins do universo com missão de ataliar as fronteiras do ilimitado.

No entanto, para atingir os reinos superiores onde habitam os povos felizes e alados, que desfrutam divina volitação na leveza da luz,
É preciso que os viageiros da imensidade não se satisfaçam sómente com satélites de artificio,
E, sim procurem as asas do aperfeiçoamento espiritual, de modo a sentirem o sublime amplexo de outros pássaros conscientes, velozes e audazes que os esperam, ditosos a emergirem do Infinito.

Homem! Filho dos Céus, filho da Luz! Já percorreste mil caminhos, hoje desmoronados; liberta-te da sombra e faze-te clarão.
Crendo em Deus, que desabotoa em resplendores feéricos  a nova Aurora Planetária,
Crê em ti, acompanhando a progressão de teu Lar Terráqueo; flutua, mas não soçobres;
Ora, trabalha, aprende, aperfeicoa-te e resgatarás novas sendas de suprema ascensão, Alforriando os próprios pensamentos, desde agora, na direção do Pai.

Do livro De Coração para Coração de Waldo Vieira
Pelo Espírito de Maria celeste

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21/2/07

0S EXILADOS DE CAPELA

 

A Constelação do Cocheiro apresenta uma grande estrela que recebeu o nome de Cabra ou CAPELA. A constelação é formada por um grupo de várias estrelas com grandezas diferentes, entre as quais se encontra CAPELA, que é de primeira grandeza, ou seja, a alfa da Constelaçao.

CAPELA é muitas vezes maior que o nosso Sol e se ele trocasse de lugar com Capela, nós mal o perceberíamos devido á distância que nos separa do Cocheiro. A constelação do Cocheiro dista cerca de 45 anos-luz da Terra, que transformados em quilômetros nos levaria ao número 4.527 seguido de 11 zeros,.

CAPELA está situada no hemisfério boreal e limitada pelas constelações da Girafa, Perseu e Lince, e, quanto ao Zodíaco, sua posição é entre Gêmeos e Touro.

Conhecida desde a antigüidade, CAPELA é uma estrela gasosa, de matéria tão fluiídica que sua densidade pode ser confundida com a do ar que respiramos, segundo afirmou o astrônomo e físico inglês Arthur Stanley Eddigton (1882-1944).

A caminhada do homem em seu processo evolutivo tem sido longa e árdua. Para atingir o complexo de suas perfeições biológicas na Terra, teve o concurso de Espíritos exilados de um mundo melhor para o orbe terráqueo, Espíritos esses que se convencionou chamar de componentes da raça adâmica, que foram em tempos remotíssimos desterrados para as sombras e para as regiões selvagens da Terra, porque a evolução espiritual do mundo em que viviam não mais a tolerava, em virtude de suas reincidências no mal.

Naquela época a Terra era habitada pelos "Primata hominus", vivendo dento de cavernas, usando instrumentos de sílex e por seu aspecto se aproximavam bastante do "Pithecantropus erectus". Foram então, as entidades espirituais que levando em consideração a necessidade de evolução do planeta, imprimiram um novo fator de organização às raças primigênias, dotando-as de novas combinações biológicas, visando o aperfeiçoamento do organismo humano. Quando essa operação transformadora se consumou fora da Terra, no astral planetário ou em algum mundo vizinho, estava criada a raça humana, com todas as características e atributos inciais, a PRIMEIRA RAÇA-MÃE, que a tradição espiritual oriental definiu como : "espíritos ainda inconscientes, habitando corpos fluídicos, pouco consistentes".

A SEGUNDA RAÇA-MÃE o planeta já se encontrava no final do seu terceiro período geológico, e já oferecia condições de vida favoráveis para seres humanos encarnados, uma vez que o trabalho de integração de espíritos animalizados nos corpos fluídicos já se processara. A SEGUNDA RAÇA- MÃE é descrita pela tradição esotérica como : "espíritos habitando formas mais consistentes, já possuidores de mais lucidez e personalaidade", porém ainda não fisicamente humanos. Esta segunda raça deve ser considerada como pré-adâmica. Eram ainda grotescos como seus antecessores símios, animilizados, peludos, enormes cabeças pendentes para a frente, braços longoss que quase tocavam os joelhos, andar trôpego e vacilante e olhas inexpressivo, onde predominavam a desconfiança e o medo. Alimentavam-se de frutas e raízes; viviam isolados, escondidos nas matas e rochas, fugindo uns dos outros. Não havia ainda laços de afetividade entre eles e procriavam-se indistintamente- ainda não eram humanos.

Sua evolução durou milênios, até que houvesse adaptação ao meio ambiente e um lento e custoso desabrochar da inteligência. Não havia ainda noção de família, não possuindo ainda qualquer noção de construção de abrigos, viviam em grutas e cavernas. Mais, tarde a necessidade de defenderem-se das feras e ou de outros grupos, levou-os a criar laços mais fortes entre aqueles que compartilhavam a mesma caverna ou grupos de cavernas e grutas, vindo assim a surgir a primeira noção de tribo ou grupo familiar. Regras começam a ser estabelecidas para o convívio visando a subsitência, procriação e defesa comum.

Em pleno período quaternário, ocorreu um resfriamento súibito da atmosfera, formando-se geleiras que cobriam a Terra. O homem ainda mal adaptado ao ambiente hostil, teve seus sofrimentos agravados com o frio intenso que adveio. Passou então a cobrir-se com peles de animais que abatia. Foi então que o institnto e as inspirações dos Asistentes Invisíveis levaram o homem à descoberta providencial do fogo. Esse elemento precioso ofereceu ao homem novos recursos de sobrevivência e conforto.

Prosseguindo o homem em sua caminhada evolutiva,, aperfeiçoando-se, deu ensejo ao surgimento da TERCEIRA RAÇA- MÃE, - com características físicas diferentes- porte agigantado, cabeça mais bem conformada e mais ereta, braços mais curtos e pernas mais longas, que caminhavam com mais aprumo e segurança. Em seus olhos surgem aogra mais acentuados lampejos de entendimento. Nasceram eles principalmente na Lemúra e na Ásia, eram nômades, prevalencendo entre eles a lei do mais forte. Porém, formavam já sociedades mais estáveis e numerosas, com chefes ou patriarcas. No que diz respeito ao aspecto religioso, eram ainda absolutamente ignorantes e fetichistas, pois adoravam por temor ou superstição as forças ou fenômenos que não podiam explicar, transformando-os em elementos bons ou maus- a serem idolatrados ou temidos.

Com a identificação de núcleos de homens primitivos já biologicamente apurados e prontos para receber os capelinos, foi iniciada então a série de "reencarnações punitivas " dos capelinos que veio a provocar sensível modificação no ambiente terrestre e o contraste material e intelectual entre os recém-encarnados e os homens , levou estes últimos a considereram os capelinos como super-homens, semideuses e este passaram a dominar os "terrícolas". No entato, o impulso trazido pelos capelinos logo se fez notgar em toda a incipiente civilização terrestre. Cidades começaram ser construídas, costumes mais brandos foram adotados, primeiros rudmentos de leis surgiram, utilização dos metais,etc.

Extraído do livro "Os Exilados da Capela", Edgar Armond, Editora Aliança.

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17/2/07

OBSESSÃO

Como conseqüência da inferioridade moral da população do nosso Planeta, são muito numerosos os Espíritos inferiores que habitam o plano dos desencarnados. A ação desses Espíritos, capazes de influenciar os nossos pensamentos e os nossos atos, constitui parte integrante das dificuldades enfrentadas pela humanidade. Um dos resultados dessa ação negativa e a obsessão.

LEIA MAIS:

- OBSESSÃO: Conceito

- OBSESSÃO: As Vária Faces de um Mesmo Problema.

- OBSESSÃO: O Obsessor e o Obsediado (1ª Parte)

- OBSESSÃO: O Obsessor e o Obsediado (2ª Parte

- OBSESSÃO E LOUCURA

- OBSESSÃO: Profilaxia e Terapêutica

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CURSO DE ESPIRITISMO

CURSO COMPLETO DE ESPIRITISMO

BASEADO NO ESDE - ENSINO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA, ADOTADO PELA FEB -(FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA).

Conteúdo:

Curso Básico de Espiritismos: Programas 1 e 2,

Aspecto Moral e Filosófico da Doutrina Espírita: Programas 3 e 4,

Aspecto Científico da Doutrina Espírita: Programa 5,

Aspecto Religioso da Doutrina Espírita: Programa 6.

- Indicação de Obras Complementares, Textos Diversos para Estudo e Pesquisas. Pesquisa Rápida em HTML do Conteúdo do Curso.

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criado por luzespirita    12:28 — Arquivado em: Sem categoria

16/2/07

VIRTUDES

 

 De tudo o que Deus criou e que existe no mundo, o mais importante está dentro de você.
São as suas virtudes de esperança, otimismo, coragem, confiança e amor.
Essas qualidades devem brilhar para fazer a sua vida diferente.
Do desabrochar dessas virtudes latentes em seu íntimo, depende a felicidade de muitos.
Deixe-as fluir de dentro de você como um pássaro livre,
e perceberá que essa força divina espargirá paz ao seu redor,
alcançando a todos aqueles que cruzam o seu caminho.

 

CONTRIBUIÇÃO: MÁRCIA HELENA

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4/2/07

SOFTWARE PARA A ETERNIDADE

 

 

O instinto independe da inteligência?
Precisamente, não, por isso que o instinto é uma espécie de inteligência. É uma inteligência sem raciocínio.; Por ele é que todos os seres provêm às suas necessidades.

Questão nº 73

Um dos inventos mais prodigiosos de nosso século é o computador, cada vez mais sofisticado, beneficiando todos os setores da atividade humana.
Minha sensação, quando comecei a usá-lo, aposentando velha máquina de escrever, foi de quem deixa uma carroça para usar moderno carro importado.
O computador está presente nos lares, nas comunicações, nos veículos, facilitando a vida, tornando-a mais confortável e segura.
Há cálculos relacionados com a astronomia e viagens espaciais que demandariam meses. Hoje computadores os fazem em horas. Os mais possantes, em minutos.
No século XVI o genial astrônomo alemão Johannes Kepler levou quatro anos para calcular a órbita de Marte, uma elipse perfeita. Um computador faria os mesmos cálculos em quatro segundos.
-Só falta falar - diz boquiaberto um usuário noviço.
Está enganado.
Já existem computadores que transformam os impulsos eletromagnéticos em voz humana sintetizada. Em processo inverso atendem ao comando do operador.

***

Curiosamente, não obstante os prodígios que realiza, o computador não tem nada de inteligente.
É até muito obtuso - só faz o que mandamos, segundo as características do software, seu sistema de rotinas e funções.
Lembra o instinto, que é uma programação para os seres vivos, relacionada com conservação, reprodução, prole, hábitat, sociedade…
Nenhuma espécie animal precisa de orientação para o acasalamento. Podemos criar um cão sem jamais ter contato com qualquer animal. Quando o colocarmos junto a uma cadela no cio, ele exercitará o ato sexual instintivamente, sem dificuldade.
Aves migratórias viajam milhares de quilômetros, em determinada época do ano, fugindo dos climas frios ou buscando uma região para o acasalamento.
No período denominado piracema, grandes cardumes de peixes sobem os rios até as nascentes para desova, enfrentando predadores e corredeiras.
Quem orienta essas aves e peixes?
Ninguém.
Eles obedecem a um software inscrito em sua consciência embrionária e que no momento oportuno comanda suas ações, levando-os a fazer exatamente aquilo para o qual foram programados.
Em algumas espécies há o instinto gregário.
Temos, por exemplo, a sociedade das abelhas, que faz a admiração dos entomologistas.
A colméia é uma autêntica cidade, com notável senso de cidadania entre as abelhas. Todas têm uma função definida, as operárias, as guerreiras, a rainha…
Há um conselho que decide quem é quem? Não. Apenas cumprem o software da espécie.

***
Uma característica em comum nas espécies é a sua imutabilidade relativa. Não mudam ou o fazem mui lentamente como se a Natureza houvesse elaborado para elas um programa especial, quase definitivo.
Exemplo - as baratas.
São fósseis vivos, porquanto vivem na Terra há milhões de anos. Desde que surgiram têm a mesma tendência de se infiltrarem em vãos minúsculos e escuros e de se nutrirem com restos de alimentos.
Mudou apenas o comportamento feminino em relação a esses ortópteros onívoros. Nos primórdios da humanidade, na idade da pedra, as mulheres apreciavam as baratas como petiscos. Hoje sentem horror delas.
Essa idéia de relativa imutabilidade fica meio estranha para quem está familiarizado com Darwin.
Em A Origem das Espécies o grande naturalista inglês proclama que todos os seres vivos passam por mutações. O aparecimento do Homem teria sido a culminância de um processo evolutivo que começou com organismos extremamente simples. Isso está suficientemente demonstrado, não é mera teoria.
Ocorre que a programação de cada espécie é um segredo guardado na intimidade dos genes. Os Espíritos superiores que supervisionam a vida na Terra têm acesso a esse “painel de controle”. Ao longo de milhões de anos, alteram a programação de alguns indivíduos, promovendo mutações que culminam com o aparecimento de novas espécies, enquanto seus pares permanecem imutáveis, cumprindo o planejamento celeste.
A evolução não seria, assim, mera decorrência de uma seleção natural, como pretendia Darwin, ou uma questão de adaptação ao meio, como ensinava Lamarck.
Diga-se de passagem que o Homem começa a entrar nessa câmara íntima onde está o “painel”. Já é capaz de interferir na intimidade dos genes. Pode assim, alterar características de uma espécie, e conseguirá criar novas espécies.
O problema está em suas motivações e competência.
Ele não está interessado em colaborar com Deus. Cuida apenas de interesses imediatistas. Além do mais, nesse terreno é uma espécie de aprendiz de feiticeiro, mexendo com forças que desconhece, e - o que é pior - sem um princípio ético, de respeito à Natureza.

***

Costuma-se dizer que um dos problemas do ser humano está em trazer resquícios de programações da animalidade inferior.
É a minha natureza - diz o indivíduo agressivo, como se trouxesse algo do leão.
O irrequieto revela o temperamento dos macacos.
O indolente guarda a pachorra do bicho-preguiça.
O que se compraz com a desgraça alheia lembra a risada sinistra da hiena.
Velha fábula, atribuída a Esopo, é bem ilustrativa.
Um escorpião, desejando transpor largo rio, pediu à rã que o ajudasse.
-De modo algum. Você vai me picar e morro envenenada.
O rabo torto a tranqüilizou.
-Seria um tolo se fizesse isso, porquanto eu também morreria. Não sei nadar.
Argumento lógico. A rã decidiu atendê-lo.
Quando estavam no meio do rio, o escorpião picou sua benfeitora, que surpreendida, já em agonia, reclamou:
-Que loucura, você me envenenou e agora vai morrer afogado!
-Desculpe. É a minha natureza…
Assim poderiam explicar os homens suas atitudes inconseqüentes, resquícios da animalidade primitiva.

***

Só há um detalhe. Uma pequena diferença:
Somos seres pensantes.
Temos a capacidade de comandar nossas vidas.
Age instintivamente, dando vazão a impulsos de animalidade inferior, aquele que não exercita a razão, recusando-se a distinguir o certo do errado, o que deve ou não fazer.
Diz o apóstolo Paulo na Primeira Epístola aos Coríntios:

Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino.

É chegado o tempo de deixarmos o comportamento instintivo, próprio de nossa infância espiritual, e assumirmos a condição de seres pensantes, criados para o Bem e a Verdade, que compõem um software básico, um programa imutável instalado pelo Criador em nossa consciência.
Podemos ignorá-lo ou descumpri-lo, já que detemos o livre-arbítrio, mas sempre retornaremos a ele, após amargas frustrações, até que completemos as transformações íntimas que façam resplandecer nossa natureza espiritual como filhos de Deus.

Livro A Presença de Deus
RICHARD SIMONETTI

criado por luzespirita    22:42 — Arquivado em: ARTIGOS - PESQUISAS
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