LUZ ESPíRITA

“CONHECERÁS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ”. ” NASCER, MORRER, RENASCER E PROGREDIR SEM CESSAR. TAL É A LEI”!

31/1/07

A COBRA E O VAGALUME

 Era uma vez uma cobra que começou a perseguir um vagalume que só vivia para brilhar.
 Ele fugia rápido com medo da feroz predadora e a cobra nem pensava em desistir.
 Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e  nada…
 No terceiro dia, já sem forças o vagalume parou e  disse à cobra:
   - Posso fazer três perguntas ?
   - Não costumo abrir esse precedente para ninguém mas já que vou te comer mesmo, pode perguntar…
   - Pertenço a sua cadeia alimentar? 
   - Não.
   - Te fiz alguma coisa ?
   - Não.
   - Então por que você quer me comer ?
  
   - PORQUE NÃO SUPORTO VER VOCÊ BRILHAR…

criado por luzespirita    13:02 — Arquivado em: Sem categoria

29/1/07

O FENÔMENO HYDESVILLE

Uma bom artigo sobre um dos principais fenômenos precussores do Espiritismo, com depoimentos, pesquisas e reportagens de jornais da época do acontecimento.

Aparições de espíritos são relatadas desde o início dos tempos. Temos casos de aparições na antiga Grécia, na civilização egípcia, no antigo oriente até as civilizações que habitavam as Américas descobertas pela Europa no século XIV. Mas dentre todos esses relatos de aparições de espíritos, uma se destaca e é tido como um divisor de águas: o fenômeno de Hydesville. O ano era 1848, o vilarejo, Hydesville, Estados Unidos. O que lá aconteceu assombrou o mundo. Foi o primeiro caso de comunicação direta com espíritos, noticiado pela imprensa mundial e testemunhado por jornalistas e estudiosos. Na casa de uma família americana chamada Fox, que morava num vilarejo de nome Hydesville, no Estado de New York, começaram a manifestar-se forças sobrenaturais que pareciam vir do invisível. Essa casa já apresentava estranhos ruídos nas paredes, batidos e barulho de passos, com indícios de serem provenientes de uma inteligência oculta desejando se comunicar, bem antes da família Fox se mudar para lá. Em 1844 o mesmo já tinha acontecido com o casal Bells e em 1846 com a família Weekman. Ambas essas famílias saíram dessa casa por conta desses fenômenos…

LEIA A REPORTAGEM NA ÍNTEGRA

criado por luzespirita    15:04 — Arquivado em: ARTIGOS - PESQUISAS

25/1/07

SUBINDO AO CÉUS PARA FALAR COM DEUS

Escutei uma música do Gilberto Gil que me fez pensar:

Diz a letra;

SE EU QUIZER FALAR COM DEUS

TENHO QUE SUBIR AO CÉUS  SEM CORDAS PARA SEGURAR.

Lembrei então, que passamos uma vida neste plano terreno segurando a corda,

Seguramos a corda do nosso relacionamento para que o outro não tome conta.

Seguramos a corda do nosso filho para que ele seja um bom adulto.

Seguramos a corda do nosso vizinho para que ele não entre em nossa vida.

Seguramos a corda de nossos velhinhos para que não façam bobagem.

Falamos com Deus sim, diarimente, pedimos por todos. Mas será que estamos permitindo que os bons irmãos na espiritualidade possam trabalhar junto a nós, ou estamos segurando a corda da nossa maneira, firmes e  decididos de que o que pensamos e aprendemos é o melhor para todos.

Neste momento paro para pensar. Quantas orações faço pedindo a Deus que permita a Espiritualidade trabalhar junto aos desabrigados, aos que tem frio, aos que tem fome, é verdade estou pedindo, mas será que estou fazendo a minha parte como espírito encarnado, ou estou somente passando o legado da obrigação aos nossos companheiros de caminhada desencarnados.

Parei para pensar que peço pelos que tem frio e fome, mas quando meu companheiro retorna ao lar com frio e fome eu digo que estou cansada, que o meu dia foi muito complicado e que não estou com vontade de preparar o jantar. É uma frase simples esta que estou pensando e escrevendo, mas ela me faz ir mais além. Me faz lembrar que o nosso bem maior esta a nossa frente: A NOSSA FAMILIA,  esta família maravilhosa que escolhemos para reencontramos neste plano terreno, fizemos planos na espiritualidade para recuperar o que deixamos de fazer em uma encarnação anterior, mas logo que nos deparamos com as dificuldades para esta recuperação queremos parar, e sempre achamos que a culpa não é nossa, pode ser realmente que não o seja.

Mas, o que me deixou a pensar foi realmente se estou fazendo a minha parte neste plano, ou simplesmente estou SUBINDO AO CÉUS PARA FALAR COM DEUS.

 

 Denize molarinho

criado por luzespirita    11:29 — Arquivado em: ARTIGOS - PESQUISAS

19/1/07

POEMA DA GRATIDÃO

Senhor Jesus, muito obrigada!

Pelo AR que nos dás,

Pelo pão que nos deste,

Pela roupa que nos veste,

Pela alegria que possuímos,

Por tudo de que nos nutrimos

Muito obrigada, pela beleza DA paisagem,

Pelas aves que voam no céu de anil

Pelas Tuas dádivas mil!

Muito obrigada, Senhor!

Pelos olhos que temos…

Olhos que vêem o céu, que vêem a terra e o mar,

Que contemplam toda beleza!

Olhos que se iluminam de amor

Ante o majestoso festival de cor

Da generosa Natureza!

E OS que perderam a visão?

Deixa-me rogar por else

Ao Teu nobre coração!

Eu sei que depois desta vida,

Além DA morte,

Voltarão a ver com alegria incontida…

Muito obrigada pelos ouvidos meus,

Pelos ouvidos que me foram dados por Deus.

Obrigada, Senhor, porque posso escutar

O Teu Nome sublime, e, assim, posso amar

Obrigada pelos ouvidos que registram:

A sinfonia DA vida,

No trabalho, na dor, na lida…

O gemido e o canto do vento nos galhos do olmeiro,

As lágrimas doridas do mundo inteiro

E a voz longínqua do cancioneiro…

E OS que perderam a faculdade de escutar?

Deixa-me por else rogar…

Sei que em Teu reino voltarão a sonhar.

Obrigada, Senhor, pela minha voz.

Mas também pela voz que AMA,

Pela voz que canta,

Pela voz que ajuda,

Pela voz que socorre,

Pela voz que ensina,

Pela voz que ilumina…

E pela voz que fala de amor,

Obrigada, Senhor!

Recordo-me, sofrendo, daqueles

Que perderam o Dom de falar

E o Teu Nome não podem pronunciar!…

Os que vivem atormentados na afasia

E não podem cantar nem à noite, nem ao dia…

Eu suplico por else

Sabendo, porém, que mais tarde,

No Teu Reino voltarão a falar.

Obrigada, Senhor, por estas mãos, que são minhas

Alavancas DA ação, do Progresso, DA redenção

Agradeço pela mãos que acenam adeuses,

Pelas mãos que fazem ternura,

E que socorrem na amargura;

Pelas mãos que acarinham,

Pelas mãos que elaboram as leis

Pelas mãos que cicatrizam feridas

Retificando as carnes sofridas

Balsamizando as dores de muitas vidas!

Pelas mãos que trabalham o solo,

Que amparam o sofrimento e estancam lágrimas,

Pelas mãos que ajudam OS que sofrem,

Os que padecem…

Pelas mãos que brilham nestes traços,

Como estrelas sublimes fulgindo meus braços!

… E pelos pés que me levam a marchar, erecta, firme a caminhar; pés DA
renúncia que seguem

Humildes e nobres sem reclamar.

E OS que estão amputados, OS aleijados,

Os feridos e OS deformados,

Os que estão retidos na expiação

Por ilusões doutra encarnação,

Eu rogo por else e posso afirmar

Que no Teu Reino, após a lida

Dolorosa DA vida,

Hão de poder bailar

E em transportes sublimes outros braços afagar…

Sei que a It tudo é possível

Mesmo o que ao mundo parece impossível!

Obriga, Senhor, pelo meu lar,

O recanto de Paz ou escola de amor,

A mansão de glória.

Obriga, Senhor, pelo amor que eu tenho

E pelo lar que é meu…

Mas, se eu sequer

Nem o lar tiver

Ou teto amigo para me aconchegar

Nem outro abrigo para me confortar,

Se eu não possuir nada,

Senão as estradas e as estrelas do céu,

Como leito de repouso e o suave lençol,

E ao meu lado ninguém existir, vivendo

E chorando, sozinha, ao léu…

Sem alguém para me consolar

Direi, cantarei, ainda:

Obrigada, Senhor,

Porque Te amo e sei que me amas,

Porque me deste a vida

Jovial, alegre, por Teu amor favorecida…

Obrigada, Senhor, porque nasci,

Obrigada, porque creio em It.

… E porque me socorres com amor,

Hoje e sempre,

Obrigada, Senhor!

 

AMÉLIA RODRIGUES

*Psicografia - Divaldo Pereira Franco ** *

*Poema recebido pelo médium, em Buenos Aires, Argentina, em 21/11/62
E extraído do libro, “Sol de Esperança”*

CONTRIBUIÇÃO MARISA SANTA LÚCIA

criado por luzespirita    17:27 — Arquivado em: CONTOS E POESIAS

18/1/07

VIDA FELIZ

Joanna de Angelis

Guia-te sempre pela decisão que produza menor soma de prejuízos a it mesmo e ao teu próximo.

Antes de assumires compromissos, reflexiona a respeito dos possíveis resultados, e mais facilmente saberás eleger aqueles que te proporcionarão melhores frutos para o futuro.

Sempre que algumas vantagens para it ofereçam danos para outrem,recusa-as, porquanto ninguém poderá ser feliz erguendo a sua alegria sobre o infortúnio do seu próximo.

Isto equivale a dizer: "Não faças ao outro aquilo que não gostarias que ele te fizesse."

O que hoje percas a favor de alguém, amanhã receberás sem prejuízo de ninguém.

Psicografia de DIVALDO PEREIRA FRANCO.

Contribuição MARISA SANTA LUCIA

criado por luzespirita    20:05 — Arquivado em: CONTOS E POESIAS

AOS AMIGOS LEITORES

 

Se você tem alguma sugestão, um texto doutrinário, uma mensagem ou algo referente à Doutrina Espírita e gostaria de ver publicado, precisa esclarecer uma dúvida a respeito da doutrina, ou até mesmo, fazer alguma crítica, enfim, dar a sua opnião sobre o nosso blog, envie-nos um e-mail através dos endereços abaixo ou através dos lincks de comentários disponíveis no blog.

Aguardamos a sua colaboração, ela é de grande valor para nós.

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aluzespirita@yahoo.com.br  

criado por luzespirita    09:29 — Arquivado em: Sem categoria

16/1/07

O AMOR MAIOR

 

 

   Numa aldeia vietinamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio.
    Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas. Entre elas uma menina de oito anos, considerada em pior estado. Era nessário chamar ajuda por um rádio e ao fim de algum tempo um médico e uma enfermeira da marinha dos Estados Unidos, chegaram ao local. Teriam que agir rapidamente, senão a menina morreria devido aos graves traumatismos e a perda de sangue.
    Era urgente fazer uma transfusão, mas como? Após, alguns testes rápidos, puderam perceber que ninguém ali tinha o sangue. O médico explicou que precisariam de um voluntário para doar.
    Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braçinho magrinho levantar-se timidamente. Era um menino chamado Heng, ele foi preparado às pressas ao lado da menina agonizante e espetaram-lhe uma agulha na veia.
     Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto. Passado algum tempo, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com as mãos. O médico perguntou-lhe se estava doendo e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar novamente, contendo as lágrimas, e o médico ficou preocupado.
      Foi então que chamou uma enfermeira vietinamita, vinda de uma outra aldeia.
      O médico pediu que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Heng. Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando algumas coisas. O rostinho do menino foi se aliviando, minutos depois ele estava novamente tranqüilo.
       A enfermeira então explicou aos americanos: Ele pensou que iria morrer, não tinha entendido direito o que vocês disseram e estava pensando que teria que doar todo o seu sangue para  a menina não morrer.
        O médico aproximou-se dele, e com a ajuda da enfermeira perguntou: Mas se era assim, porque você se ofereceu para doar seu sangue? Heng lhe respondeu: - Porque ela é minha amiga!

Autor Desconhecido

Contribuição Marcia Helena

criado por luzespirita    14:10 — Arquivado em: CONTOS E POESIAS

6/1/07

PÁGINA DE REFAZIMENTO

 

 

O mundo repleto de máquinas mais se parece ao mar, quando agitado.

Interesses em conflito. Classes insatisfeitas. Famílias desarvoradas. Lares desfeitos. Reivindicações na base da violência. A imprensa veiculando os desastres sociais. Gente rixando, discutindo.

Sentem-se os impactos da maré alta e as depressões da maré baixa.

As ondas da opinião arrastam as criaturas de um lado para o outro, enquanto a tensão lhes espanca os nervos e lhes corrói a resistência.

Você pode, no entanto, construir a sua linha de refazimento.

Escolha um horário, anda mesmo estreito, para o seu banho de silencio.

Imagine-se num recanto verde do campo ou na tranqüilidade de uma praia deserta.

Ouça a você mesmo.

Todos possuímos vozes inarticuladas na mente.

Procure revisar o que lhe aconteceu, horas antes.

Reconsidere as aquisições que realizou e os ajustes que haja feito.

Se alguém feriu a você, mesmo de leve, perdoe a esse alguém com todas as suas reservas de compreensão.

Se você ofendeu a determinada criatura, comece o seu pedido de perdão em pensamento e busque agir, de modo que a pessoa ferida lhe possa ver a presença no ângulo da renovação para melhorar.

Articule os seus planos de trabalho sem precipitação e sem fantasia.

Anote a beleza que o mundo nos oferece: uma fonte de água limpa, o sorriso de uma criança, uma flor que o vento auxilia a curvar-se, homenageando a sua passagem, ou uma nesga de céu azul.

Levante a sua ilha, no mar bravio das horas, e refaça as próprias forças dentro dela. E, no silencio com que ela enriquece as sua existência de serenidade e consolo, compreendera você quanto é belo saber que estamos todos juntos, na mesma embarcação, que a todos nos transporta, em sua viagem multimilionária para o nosso encontro com Deus.

 

Fonte Livro “Presença de Luz” - Espírito Augusto Cezar - Psicografia Chico Xavier

CONTRIBUIÇÃO MARIZA SANTA LUCIA

criado por luzespirita    15:23 — Arquivado em: ARTIGOS - PESQUISAS
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